sexta-feira, 3 de abril de 2015
quarta-feira, 1 de abril de 2015
"Coisas da vida! Ele não ligava, nem mandava mensagem durante semanas. Mas tinha uma mania sacana de aparecer quando ele já tava quase desaparecendo da sua mente. Era carência, tava na cara – e faltava vergonha na sua, porque você sempre acabava cedendo. Não se dava valor e ainda ficava indignada por ele não dar também. Me desculpe toda a sinceridade, mas é que você aceitava ser a última opção. Ninguém ama quem não se ama, ninguém respeita quem não se respeita – doloroso, mas verdadeiro. Quando você não tá na onda de ser amada, tá tranquilo - um supre a carência com o outro e fim de papo. Mas você estava afim de sentimento, estava super na onda de mãozinha dada e ligação de madrugada, só pra ouvir um ''tava pensando em você''. E claro que ele não ligava, e por isso, causava aquele 'nervosinho de incerteza' dentro do seu peito. E foi aí que você mudou. Parou de aceitar o último pedaço do bolo. E olha só que mágico, ele nunca a chamou pra tantas festas. A mágica só não foi tão boa, porque você simplesmente não queria mais. Não queria mais mágica, não queria mais bolo, não queria mais ele. Quando você passou a se valorizar, conseguiu enxergar nitidamente o quanto os outros valem – e ele valia tão pouco pra você. Você pegou seu coração e colocou ele lá no topo de uma árvore bem alta, e vou te falar, você nunca tinha visto tanta gente disposta a escalar pra tê-lo, não é? – tenha certeza que homem adora um desafio. Pois bem, que vença o melhor para sua vida!"
segunda-feira, 30 de março de 2015
Ele é a voz que fala ao coração
"Pois Ele é a voz que fala ao coração
Sobre esperança e um futuro além do que se pode ver
E o Reino vem aos que esperam o Desejado das nações"
sexta-feira, 27 de março de 2015
quinta-feira, 26 de março de 2015
Todo apego gera sofrimento
No amor e nos relacionamentos pessoais vale a mesma regra. Você só estará pronto para amar verdadeiramente quando estiver bem sozinho, quando se bastar e não depender dos outros. Deve ser muito bom estar com a pessoa que ama, mas também deve ser muito bom estar sem ela. Seu amor não pode ser uma muleta.
“Quem não é um bom impar,
jamais será um bom par.”
jamais será um bom par.”
Você também precisa entender que tudo que faz é por si mesmo, e não pelos outros, não deve esperar contrapartida.
Se quiseres preparar um café da manhã para a pessoa que ama, e surpreendê-la, faça-o e mergulhe todo seu ser nesta tarefa, absorva o prazer de cada instante, de cada detalhe da preparação. Entregue ao seu amor e curta cada detalhe, cada expressão do seu rosto, absorva aquilo e sinta todo o prazer que você merece. Depois, sinta-se satisfeito, compreenda que foi bom para você e que o outro não precisa retribuir. Não espere que lhe façam o café da manhã no dia seguinte. Se você não quiser repetir mais isso, não repita, mas também não cobre nada do seu amor. Você simplesmente fez o que queria e lhe deu prazer. Isto basta, acabou, não espera nada em troca. Você fez porque quis e foi bom para você ! Só isso ! Acabou !
Este é o amor incondicional, que não espera nada em troca, que não se apega porque respeita a liberdade do outro. Que ama a essência do outro e todas as suas formas de manifestação. Onde suprimir uma destas formas de manifestação é macular este amor, é destruir o que você ama.
Amar verdadeiramente é amar o outro em liberdade e não em uma gaiola.
Os que não entendem estes conceitos vão confundir isto com falta de interesse, porque só sabem viver no apego. Se apegam e se viciam em tudo que gostam e não conseguem entender como alguém pode gostar e não sofrer com uma perda.
Você deve amar ao outro como ser livre, sem posse e sem dependência. A sensação de posse vem da sua dependência, do medo de perder. Você não é livre porque depende e quer tirar a liberdade do outro para não perdê-lo.
Dependência não é amor, quem depende apenas usufrui. É apenas um vampiro. E dois vampiros formam apenas uma simbiose, mas nunca serão dois amantes.
“Dê a quem você ama:
asas para voar,
raízes para voltar
e motivos para ficar.”
Dalai Lama
asas para voar,
raízes para voltar
e motivos para ficar.”
Dalai Lama
Não há nada mais belo do que dois seres livres permanecerem juntos ligados pelo amor incondicional. Este é o verdadeiro amor, fiel pela sua natureza, que é a própria liberdade.
Prama Shanti
terça-feira, 24 de março de 2015
quinta-feira, 19 de março de 2015
domingo, 1 de março de 2015
sexta-feira, 27 de fevereiro de 2015
domingo, 22 de fevereiro de 2015
sexta-feira, 20 de fevereiro de 2015
sexta-feira, 13 de fevereiro de 2015
O Sotaque das Mineiras - (Carlos Drummond de Andrade)
O sotaque das mineiras deveria ser ilegal, imoral ou engordar. Porque, se tudo que é bom tem um desses horríveis efeitos colaterais, como é que o falar lindo (das mineiras) ficou de fora?
Mineira deveria nascer com tarja preta avisando:
ouvi-la faz mal à saúde. Se uma mineira, falando mansinho, me pedir para assinar um contrato doando tudo que tenho, sou capaz de perguntar: só isso?
Assino achando que ela me faz um favor.
Eu sou suspeitíssimo. Confesso: esse sotaque me desarma. Os mineiros têm um ódio mortal das palavras completas.
Preferem abandoná-las no meio do caminho, não dizem:
pode parar, dizem: 'pó parar'.
Não dizem: onde eu estou?, dizem: 'ôncôtô'.
Os não-mineiros, ignorantes nas coisas de Minas, supõem, precipitada e levianamente, que os mineiros vivem lingüisticamente falando, apenas de uais, trens e sôs.
Digo-lhes que não(...)
Mineiras não usam o famosíssimo 'tudo bem'.
Sempre que duas mineiras se encontram, uma delas há de perguntar pra outra:
- 'Cê tá boa?'.
Para mim, isso é pleonasmo.
Perguntar para uma mineira se ela tá boa é desnecessário.
Há outras. (...)
- 'Aqui', não vou dar conta de chegar na hora, não.
Esse 'aqui' é outro que só tem aqui(...)
Que os mineiros não acabam as palavras, todo mundo sabe.
É um tal de 'bonitim', 'fechadim', e por aí vai.
Já me acostumei a ouvir:
- E aí, 'vão?'. Traduzo:
- E aí, vamos?
Não caia na besteira de esperar um 'vamos' completo de uma mineira.
Não ouvirá nunca.
Eu preciso avisar à língua portuguesa que gosto muito dela, mas prefiro, com todo respeito, a mineira.
Nada pessoal.
Aqui certas regras não entram.
São barradas pelas montanhas.
Por exemplo, em Minas, se você quiser falar que precisa ir a um lugar, vai dizer:
- Eu preciso 'de' ir.
Onde os mineiros arrumaram esse 'de', aí no meio, é uma boa pergunta.
Só não me perguntem. Mas que ele existe, existe(...)
Aqui em Minas ninguém precisa ir a lugar nenhum.
Entendam...
Você não precisa ir, você precisa 'de' ir.
Você não precisa viajar, você precisa 'de' viajar.
Se você chamar sua filha para acompanhá-la ao supermercado, ela reclamará:
- Ah, mãe, eu preciso 'de' ir?
No supermercado, o mineiro não faz muitas compras, ele compra um 'tanto de coisa'.
O supermercado não estará lotado, ele terá um 'tanto de gente'(...)
Entendeu?
Se, saindo do supermercado, a mineirinha vir um mendigo e ficar com pena, suspirará:
- 'Ai, gente, que dó'.
É provável que a essa altura o leitor já esteja apaixonado pelas mineiras(...)
Para uma mineira falar que algo é muitíssimo bom vai dizer:
- 'Ô, é sem noção'.
Entendeu?
É 'sem noção!
' Só não esqueça, por favor, o 'Ô' no começo, porque sem ele não dá para dar noção do tanto que algo é sem noção,
entendeu?
Capaz...
Se você propõe algo ela diz:
- 'Capaz'!!!
Vocês já ouviram esse 'capaz'?
É lindo(...)
Já ouviu o 'nem...?
' Completo ele fica:
- Ah, 'nem' (...)
A propósito, um mineiro não pergunta:
- Você não vai?
A pergunta, mineiramente falando, seria:
- 'Cê' não anima 'de' ir?
Tão simples.
O resto do Brasil complica tudo.
É, ué, cês dão umas volta pra falar os trem(...)
O plural, então, é um problema.
Um lindo problema, mas um problema.
Sou, não nego, suspeito.
Minha inclinação é para perdoar, com louvor, os deslizes vocabulares das mineiras.
Aliás, deslizes nada.
Só porque aqui a língua é outra, não quer dizer que a oficial esteja com a razão.
Se você, em conversa, falar:
- Ah, fui lá comprar umas coisas...
- 'Que' s coisa?' - ela retrucará.
O plural dá um pulo(...)
E se você acusar injustamente uma mineira, ela, chorosa,confidenciará:
- Ele pôs a culpa 'ni mim'.
A conjugação dos verbos tem lá seus mistérios, em Minas.
Ontem, uma senhora docemente me consolou:
'preocupa não, bobo!'.
E meus ouvidos, já acostumados às ingênuas conjugações mineiras, nem se espantam.
Talvez se espantassem se ouvissem um: 'não se preocupe', ou algo assim.
A fórmula mineira é sintética.
E diz tudo.
Até o tchau, em Minas, é personalizado.
Ninguém diz tchau pura e simplesmente.
Aqui se diz: 'tchau pro cê', 'tchau pro cês'.
É útil deixar claro o destinatário do tchau.
Então neh, as mineiras são trem bão demais sô....
ouvi-la faz mal à saúde. Se uma mineira, falando mansinho, me pedir para assinar um contrato doando tudo que tenho, sou capaz de perguntar: só isso?
Assino achando que ela me faz um favor.
Eu sou suspeitíssimo. Confesso: esse sotaque me desarma. Os mineiros têm um ódio mortal das palavras completas.
Preferem abandoná-las no meio do caminho, não dizem:
pode parar, dizem: 'pó parar'.
Não dizem: onde eu estou?, dizem: 'ôncôtô'.
Os não-mineiros, ignorantes nas coisas de Minas, supõem, precipitada e levianamente, que os mineiros vivem lingüisticamente falando, apenas de uais, trens e sôs.
Digo-lhes que não(...)
Mineiras não usam o famosíssimo 'tudo bem'.
Sempre que duas mineiras se encontram, uma delas há de perguntar pra outra:
- 'Cê tá boa?'.
Para mim, isso é pleonasmo.
Perguntar para uma mineira se ela tá boa é desnecessário.
Há outras. (...)
- 'Aqui', não vou dar conta de chegar na hora, não.
Esse 'aqui' é outro que só tem aqui(...)
Que os mineiros não acabam as palavras, todo mundo sabe.
É um tal de 'bonitim', 'fechadim', e por aí vai.
Já me acostumei a ouvir:
- E aí, 'vão?'. Traduzo:
- E aí, vamos?
Não caia na besteira de esperar um 'vamos' completo de uma mineira.
Não ouvirá nunca.
Eu preciso avisar à língua portuguesa que gosto muito dela, mas prefiro, com todo respeito, a mineira.
Nada pessoal.
Aqui certas regras não entram.
São barradas pelas montanhas.
Por exemplo, em Minas, se você quiser falar que precisa ir a um lugar, vai dizer:
- Eu preciso 'de' ir.
Onde os mineiros arrumaram esse 'de', aí no meio, é uma boa pergunta.
Só não me perguntem. Mas que ele existe, existe(...)
Aqui em Minas ninguém precisa ir a lugar nenhum.
Entendam...
Você não precisa ir, você precisa 'de' ir.
Você não precisa viajar, você precisa 'de' viajar.
Se você chamar sua filha para acompanhá-la ao supermercado, ela reclamará:
- Ah, mãe, eu preciso 'de' ir?
No supermercado, o mineiro não faz muitas compras, ele compra um 'tanto de coisa'.
O supermercado não estará lotado, ele terá um 'tanto de gente'(...)
Entendeu?
Se, saindo do supermercado, a mineirinha vir um mendigo e ficar com pena, suspirará:
- 'Ai, gente, que dó'.
É provável que a essa altura o leitor já esteja apaixonado pelas mineiras(...)
Para uma mineira falar que algo é muitíssimo bom vai dizer:
- 'Ô, é sem noção'.
Entendeu?
É 'sem noção!
' Só não esqueça, por favor, o 'Ô' no começo, porque sem ele não dá para dar noção do tanto que algo é sem noção,
entendeu?
Capaz...
Se você propõe algo ela diz:
- 'Capaz'!!!
Vocês já ouviram esse 'capaz'?
É lindo(...)
Já ouviu o 'nem...?
' Completo ele fica:
- Ah, 'nem' (...)
A propósito, um mineiro não pergunta:
- Você não vai?
A pergunta, mineiramente falando, seria:
- 'Cê' não anima 'de' ir?
Tão simples.
O resto do Brasil complica tudo.
É, ué, cês dão umas volta pra falar os trem(...)
O plural, então, é um problema.
Um lindo problema, mas um problema.
Sou, não nego, suspeito.
Minha inclinação é para perdoar, com louvor, os deslizes vocabulares das mineiras.
Aliás, deslizes nada.
Só porque aqui a língua é outra, não quer dizer que a oficial esteja com a razão.
Se você, em conversa, falar:
- Ah, fui lá comprar umas coisas...
- 'Que' s coisa?' - ela retrucará.
O plural dá um pulo(...)
E se você acusar injustamente uma mineira, ela, chorosa,confidenciará:
- Ele pôs a culpa 'ni mim'.
A conjugação dos verbos tem lá seus mistérios, em Minas.
Ontem, uma senhora docemente me consolou:
'preocupa não, bobo!'.
E meus ouvidos, já acostumados às ingênuas conjugações mineiras, nem se espantam.
Talvez se espantassem se ouvissem um: 'não se preocupe', ou algo assim.
A fórmula mineira é sintética.
E diz tudo.
Até o tchau, em Minas, é personalizado.
Ninguém diz tchau pura e simplesmente.
Aqui se diz: 'tchau pro cê', 'tchau pro cês'.
É útil deixar claro o destinatário do tchau.
Então neh, as mineiras são trem bão demais sô....
sexta-feira, 6 de fevereiro de 2015
quarta-feira, 4 de fevereiro de 2015
terça-feira, 3 de fevereiro de 2015
"Quando uma pessoa
nervosa executar enorme pressão em sua mente, e você puder fazer esta prática,
diga simplesmente - “Um instante, por favor, eu já volto”. Retire-se do cenário e recolha-se num lugar, se possível onde
ninguém o veja. Mesmo que você tenha algum credo e reze neste momento,
lembre-se de acrescentar ao seu ato, o decreto de autocontrole e firme a sua
autoestima, respirando e repetindo mentalmente: “Eu Sou paciente e calmo,
corajoso e firme”. Ao fim de cada repetição, inspire profundamente e solte o ar
pela boca, todo de uma vez, fortemente. Verifique seus ombros, eles devem estar
relaxados. Então, volte ao cenário da pressão. Estará com o rosto e o sistema
nervoso bem diferentes. Talvez, até consiga sorrir levemente. Verá que a
pressão do outro lado poderá ter diminuído. Se não diminuir ou zerar, acredite,
você fez a sua parte. Há quem consiga controlar o furor de outra pessoa devido
seu enorme poder de autocontrole. Perceba - autocontrole. Pense em controlar
seu fluxo de energia nervosa, em vez de pensar em controlar o outro. Treinar é
muito bom.”
sábado, 31 de janeiro de 2015
Um dia eu te esqueço na gaveta ...
"Quando a praia se esquecer do mar
E o mar desistir das ondas
As ondas vão se acalmar
E aos poucos vão deixar a prancha
Nesse dia eu vou te esquecer
Quando a prancha esquecer-se dos pés
E os pés não deixarem pegadas
Pegadas não serão vestígios
De alguém que cruzou nossa estrada
Nesse dia eu vou te esquecer
Tá duvidando, é? Cuidado
Que eu te esqueço e você cai do cavalo
Tá se achando é? Aproveita
Que um dia eu te esqueço na gaveta
Que um dia eu te esqueço na gaveta
Quando a lua se esquecer do sol
O sol não der chance pra sombra
E a sombra deixar o coqueiro
Bem aonde a rede balança
Nesse dia eu vou te esquecer
Quando a rede se esquecer da bola
A bola que o goleiro não alcança
O grito esquecer o gol
O gol parar bem na garganta
Esse dia eu vou te esquecer
Tá duvidando, é? Cuidado
Que eu te esqueço e você cai do cavalo
Tá se achando é? Aproveita
Que um dia eu te esqueço na gaveta
Que um dia eu te esqueço na gaveta
quinta-feira, 29 de janeiro de 2015
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