Para quem esta tendo problemas com os correios, vai aqui uma dica que recebi, gostei e estou compartilhando.
Quando abrir o protocolo de reclamação nos correios e expirar o prazo, siga a orientação abaixo:
Obs: Os Correios não utilizam o ReclameAqui!
Para reclamar e ter respostas concreta de seus problemas, utilizem o portal "acesso à informação" (do Governo Federal) para reclamar com os Correios. O endereço do site é http://www.acessoainformacao.gov.br/sistema/site/index.html
Tive sucesso em lerem e responderem minhas reclamações utilizando a página acima. Eles são obrigados a cumprir os prazos estabelecidos em lei para resposta. Também é possível registrar recursos às respostas recebidas e esses recursos são enviados para a chefia do funcionário que deu a resposta incompleta/incoerente.
Sempre peça o nome a matrícula do funcionário responsável pelo problema: quem operou o sistema de atualização de rastreamento, quem foi o carteiro responsável pela falha na entrega etc.
Segundo os Correios, eles "já possuem ferramentas e canais para atendimento ao cidadão" que cá entre nós é uma porcaria...
Ajude a divulgar esta informação!
Vamos atolar a vice-presidência e presidente dos Correios com pedidos de informação pra ver se os dirigentes desta "empresinha" tomam alguma providência!
Mais detalhes em:
http://blog.andrecardoso.com/correios-saiba-como-ter-sua-reclamacao-lida-e-respondida-pra-valer/
Espero ter ajudado!
quarta-feira, 26 de agosto de 2015
quarta-feira, 19 de agosto de 2015
terça-feira, 11 de agosto de 2015
domingo, 9 de agosto de 2015
sexta-feira, 7 de agosto de 2015
terça-feira, 4 de agosto de 2015
Será que eu falei o que ninguém ouvia?
Será que eu escutei o que ninguém dizia?
Eu não vou me adaptar,me adaptar
Eu não caibo mais nas roupas que eu cabia,
Eu não encho mais a casa de alegria.
Os anos se passaram enquanto eu dormia,
E quem eu queria bem me esquecia.
Será que eu falei o que ninguém ouvia?
Será que eu escutei o que ninguém dizia?
Eu não vou me adaptar, me adaptar
Não vou me adaptar!
Não vou!
domingo, 26 de julho de 2015
domingo, 19 de julho de 2015
A morte de quem amamos é o nascimento de um amor eterno... um amor inabalável, que perdura entre dimensões, céus e mundos. É difícil explicar o inexplicável. É difícil traduzir sentimentos que ao mesmo tempo gritam e calam a minha voz.
É difícil explicar que o que me marcou para sempre, nunca mais voltará. Conviver com lembranças que marcam, dilaceram, machucam... traduzindo tudo em saudade. Saudade do que nunca mais voltará, será eternizado pelo amor que deixou.
É difícil explicar que o que me marcou para sempre, nunca mais voltará. Conviver com lembranças que marcam, dilaceram, machucam... traduzindo tudo em saudade. Saudade do que nunca mais voltará, será eternizado pelo amor que deixou.
sexta-feira, 17 de julho de 2015
quinta-feira, 16 de julho de 2015
terça-feira, 7 de julho de 2015
quarta-feira, 1 de julho de 2015
quarta-feira, 24 de junho de 2015
quinta-feira, 18 de junho de 2015
quarta-feira, 17 de junho de 2015
O DIA EM QUE EU MORRI…
"Estranho? Nem tanto. Se depois de ler esse texto você achar que ainda está vivo, ótimo!
Caso contrário, é bom repensar se ainda existe algum sopro de vida aí dentro. Vou contar como tudo aconteceu.
A minha primeira parcela de morte aconteceu quando acreditei que existiam vidas mais importantes e preciosas do que a minha. O mais estranho é que eu chamava isso de humildade. Nunca pensei na possibilidade do auto abandono.
Morri mais um pouquinho no dia em que acreditei em vida ideal, estável, segura e confortável.
Passei a não saber lidar com as mudanças. Elas me aterrorizavam.
Depois vieram outras mortes. Recordo-me que comecei a perder gotículas de vida diária, desde que passei a consultar os meus medos ao invés do meu coração. Daí em diante comecei a agonizar mais rápido e a ser possuída por uma sucessão de pequenas mortes.
Morri no dia em que meus lábios disseram, não. Enquanto o meu coração gritava, sim! Morri no dia em que abandonei um projeto pela metade por pura falta de disciplina. Morri no dia em que me entreguei à preguiça. No dia em que decidir ser ignorante, bulímica, cruel, egoísta e desumana comigo mesma. Você pensa que não decide essas coisas? Lamento. Decide sim! Sempre que você troca uma vida saudável por vícios, gulodice, sedentarismo, drogas e alienação intelectual, emocional, espiritual, cultural ou financeira, você está fazendo uma escolha entre viver e morrer.
Morri no dia em que decidi ficar em um relacionamento ruim, apenas para não ficar só.Mais tarde percebi que troquei afeto por comodismo e amor por amargura. Morri outra vez, no dia em que abri mão dos meus sonhos por um suposto amor. Confundi relacionamento com posse e ciúme com zelo.
Morri no dia em que acreditei na crítica de pessoas cruéis. A pior delas? Eu mesma. Morri no dia em que me tornei escrava das minhas indecisões. No dia em que prestei mais atenção às minhas rugas do que aos meus sorrisos. Morri no dia que invejei , fofoquei e difamei. Sequer percebi o quanto havia me tornado uma vampira da felicidade alheia. Morri no dia que acreditei que preço era mais importante do que valor. Morri no dia em que me tornei competitiva e fiquei cega para a beleza da singularidade humana.
Morri no dia em que troquei o hoje pelo amanhã. Quer saber o mais estranho? O amanhã não chegou. Ficou vazio… Sem história, música ou cor. Não morri de causas naturais. Fui assassinada todos os dias. As razões desses abandonos foram uma sucessão de desculpas e equívocos. Mas ainda assim foram decisões.
O mais irônico de tudo isso?
As pessoas que vivem bem não tem medo da morte real.
As que vivem mal é que padecem desse sofrimento, embora já estejam mortas. É dessas que me despeço.
As pessoas que vivem bem não tem medo da morte real.
As que vivem mal é que padecem desse sofrimento, embora já estejam mortas. É dessas que me despeço.
Assinado,
A Coragem"
Escrito por Lígia Guerra
quarta-feira, 10 de junho de 2015
terça-feira, 9 de junho de 2015
sábado, 6 de junho de 2015
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